peterejacksonAntes da reeleição de Peter Siemsen, o poder administrativo do Fluminense estava centralizado na figura do diretor geral, Jackson Vasconcelos. De acordo com o jornal “Lance”, o modelo sofrerá modificação para ser gerido de forma mais empresarial.

Jackson será o executivo direto auxiliando nas inúmeras demandas da função. Já a parte estratégica será tocada por um conselho diretor formado pelos vice-presidentes, tesoureiro e secretário. A execução desta estratégia ficará a cargo de um conselho gestor que contará com executivos contratados para organizar as ações.

– Precisamos de uma função executiva do presidente. Se Peter não é remunerado e não tem como exercer a presidência de forma exclusiva alguém tem de executar essas funções. O conselho diretor precisa efetivamente ganhar uma atribuição estratégica. Enquanto esse conselho diretor é mais voltado ao planejamento e à avaliação do que vai ocorrer, teremos executivos que trabalharão de forma mais organizada e alinhada para implementar as ações de acordo com as estratégias definidas. É mais gerencial – explicou Jackson Vasconcelos.

O executivo explica por que essas decisões não foram tomadas no primeiro mandato de Peter:

– Não tínhamos uma equipe montada. Foram vários problemas com a Receita. Passamos quase dois anos descobrindo esqueletos a cada armário que abríamos. Hoje nós conhecemos a casa e criamos uma equipe. Fomos criticados e de fato, no tumulto do dia-a-dia, o presidente começou a tomar decisões. Estávamos num avião em turbulência. Foi resolvido e podemos nos organizar melhor agora.


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