Fluminense é o décimo no país em termos de aproveitamento (Foto: Lucas Merçon -Fluminense F.C.)

Oi, pessoal!

 
 
 

Vitórias são fundamentais, sempre. Ajuda na confiança, dá entrosamento, faz com que os jogadores se soltem individualmente, dentro do melhor que podem.

Mesmo sendo vitórias contra times bem precários do Carioca. A classificação para as semifinais era obrigação, não repetindo a vexatória eliminação do 1° turno.

Ainda assim, vale ressaltar que os 15, 20 minutos finais contra o Nova Iguaçu foi desrespeitoso com o torcedor presente e aquele que assistia pela TV. No fim, o que valeu: a vitória se concretizou.

O jogo não estava definido e o risco de um passe errado, gerando um contra-ataque, poderia tirá-la.

O cálculo da Comissão Técnica foi inverso: poupar-se fisicamente, quebrando o ritmo, numa troca de passes entre os volantes e zagueiros.

“Seguramos o 2×1″contra o penúltimo colocado do Carioca, um dos mais horrorosos tecnicamente deste século.

Abel explicou que a “estratégia” foi para sairmos classificados NA QUINTA. Entendeu?… “Se eles foram para trás e não quiseram empatar, para que a gente atacar e se desgastar?”

Para matar o jogo, Abelão. Uma “bola morta” poderia nos punir. Avaí é só na quinta, precisa de mais de 3 dias para atletas se recuperarem fisicamente?

Escolher não se desgastar, abdicar de marcar o terceiro gol e matar o jogo foi arriscado demais! E com uma troca de passes envolvendo alguns jogadores ali da defesa, minha nossa, teste para hipertenso tamanha irritação que provocou.

“Resultado moral”: vaias dignas e justas da torcida (nos afaste mais do time porque está “pouco”).

Mais dois fatos chamaram atenção: a bronca desmedida em Pedro, algo incomum pelo perfil do nosso treinador, por isso “estranho” tanto quanto a falha do nosso arqueiro no gol adversário.

Julio Cesar falhou e embora não tenha sido uma falha gritante, existiu. Gritante mesmo é a diferença de qualidade do Reginaldo sobre Renato Chaves.

O primeiro é um zagueiro sóbrio, tranquilo, mais completo. Abel prefere Renato. Coisas “inexplicáveis” do futebol extracampo.

Continuo não gostando e nem confiando nessa proposta de jogo. Prefiro o equilíbrio entre jogadores defensivos e ofensivos.

Prefiro atacar com Sornoza, Robinho, Marcos Jr, Pedro a com Ayrton, Gilberto, Douglas, Jádson, ainda mais quando precisamos furar retrancas, como contra o Avaí e, fracassamos, perdendo em casa.

Quinta-feira, às 21h30min., numa partida que vale milhões de reais, além do moral e da história do Fluminense.

Começamos a peleja já atrás no marcador, tendo que tomar a iniciativa do jogo, agredir, atacar, subir a marcação, isto com 3 zagueiros que fazem uma linha espaça e um meio-campo em que só Sornoza consegue “esconder”, proteger a bola, alongar o passe. Acho pouco e equivocado.

Jogaria com Robinho e Marcos Jr abertos, Pedro centralizado, Marlon (muito melhor marcador do que Ayrton) ficando mais e Gum, no banco.

Um esquema menos desequilibrado com 6 jogadores defensivos e 4 ofensivos. Bem que Abel poderia nos surpreender positivamente e escalar mais um atacante de saída.

Melhor que esperar levar um gol, se levar. O empate nos elimina. Vencer por um gol será empatar e decidir nos pênaltis.

Resta torcer muito para que abramos e ampliemos o placar (gols de cabeça!) nos minutos iniciais de cada tempo, para que a integridade física dos tricolores suportem o “sistema medroso” do Abelão!

Por fim, orando para que, ao menos, nosso comandante não tire de campo o Sornoza nem faltando 10 segundos para o apito final.

E que venha a classificação.

E que você, meu querido Moritz, não jogue nada! (risos). Já basta o que aprontou no Maraca, não é? Afe! (ERRATA: Engenhão).

E que a Ressacada vire ressaca para o Avaí!

Somente pelo Tricolor. Porque, no Catarinense, deixo aqui minha torcida. Sim, por ele: meu querido Moritz.

E vou logo avisando para não enfraquecer a fraternidade: trate de não jogar nada! (risos). Já basta o que aprontou no Maraca, não é, senhor André? Afe!

É quinta, 21h30min.

Vamos, Fluzão!!!!

Toques rápidos:

– Fernando Simone de volta? Haja “à bênção de João de Deus!”

– Henrique, capitão em 2017, declarou que a diferença do seu atual clube, Corinthians, e o Fluminense, é a mentalidade. Lá, “não se joga só com volantes, laterais, zagueiros e todos marcam.” Enfim, equilíbrio e escalação de time grande. Lembrando que o Corínthians foi Campeão Brasileiro com folga, ano passado, mesmo com um elenco comum. Mas Abel tira “leite de pedra.” Continuem “canonizando” técnicos brasileiros. Depois, não reclamem (risos).

– Registro meu luto pelo falecimento do esportista Bebeto de Freitas, que nos deu a prata na década de oitenta, como técnico daquele timaço de vôlei, de Wiliam&cia; e o ouro com sua história. Meus sentimentos aos familiares e amigos.

– Assistir o “Asco” e o “Império do Mal” jogarem contra quem for sem os árbitros da FERJ e se ferrarem: “Não tem preço.” É uma sensação de prazer com a justiça inenarrável, não acham?

Fraternalmente,
ST.