(Foto: Mailson Santana - FFC)

O Fluminense está impossibilitado de utilizar o Giullite Coutinho. Em abril, quando da renovação do alvará, foi negada devido a exigências. Faltam, por exemplo, espaço e banheiros para cadeirantes, e, no acesso ao estádio, o piso precisa ser nivelado. As pendências estão relacionadas a exigências feitas em 2012, por meio de um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta), assinado pelo America. O Fluminense alega não ter sido avisado a respeito da herança maldita, destacou Marluci Martins, colunista do jornal Extra.

– O America nunca nos falou sobre essas pendências, talvez com medo de que pulássemos fora. Não foi uma atitude correta – acusa um dirigente do Tricolor não identificado, apreensivo:

 
 
 

– Do ano passado para cá, já investimos em vestiário e gramado, e construímos um campo anexo.

O America chegou a ouvir três propostas por um projeto elaborado em 2014 que jamais foi levado à frente: os custos em obras para adequação do estádio variavam de R$ 700 mil a R$ 1,1 milhão. Agora, o Fluminense vai refazer as contas, sabedor de que precisará desembolsar mais dinheiro, para avaliar se vale a pena.