Marcelo Veiga está há 14 anos no Fluminense (Foto: Mailson Santana - FFC)

Na última terça-feira, a reunião do Conselho Deliberativo do Fluminense teve uma palestra sobre a formação de valores no clube. No encontro, foi falado sobre a integração entre o futsal, as escolinhas oficiais (Projeto Guerreirinhos), Xerém e o Samorin.

– Xerém é muito importante para o futuro do Fluminense. A reunião desta terça, que infelizmente estava vazia por conta do período eleitoral, mostrou a apresentação de um projeto que é o grande orgulho dos tricolores. Um trabalho gerido por pessoas competentes e que nós blindamos, neste primeiro momento, dessa loucura que é o modelo do futebol profissional brasileiro, que muda o diretor o tempo todo, muda o técnico e isso atrapalha qualquer trabalho de base. Nós protegemos e nos preocupamos em não deixar o futebol profissional interferir neste trabalho que é uma grande referência no Brasil. Porém chegou a hora de fazer a integração total da base com o futebol profissional. Quem não conseguir ver e perceber o trabalho de Xerém não merece liderar e administrar o Fluminense. Estou muito orgulhoso do trabalho realizado na nossa base. No futsal, em Xerém, nas escolinhas oficiais e em Samorin – disse o presidente Peter Siemsen.

 
 
 

Coordenador técnico da base, Marcelo Veiga apresentou a metodologia de trabalho utilizada em Xerém.

– Toda a nossa base fala a mesma língua. Do sub-10 ao sub-20, passando pelas escolinhas oficiais, pelo Samorin e pelo futsal, todos fazem um trabalho integrado, com a mesma metodologia de treino e filosofia de jogo. Temos um sonho de que um dia, um torcedor ou sócio vai chegar no estádio ver dois times sem camisa jogando e descobrir qual é da base do Fluminense apenas pela maneira de jogar – afirmou.