Daiane Caroline Muniz dos Santos foi a responsável por comandar o VAR no Fla-Flu (Foto: Thiago Ribeiro - CBF)

O Fluminense segurou empate por 0 a 0 contra o Flamengo, terça-feira, no Maracanã, pela ida das oitavas de final da Copa Betano do Brasil. E fez isso apesar de uma péssima arbitragem do gaúcho Anderson Daronco, mas com participação também determinante dos profissionais do VAR, por ação ou omissão.

Daronco puniu Felipe Melo com cartão amarelo quando ele parou Gabriel num lance em que estava bem distante do gol e Nino corria para tentar a cobertura. Logo, a expulsão era discutível, pois não se tratava de uma chance clara e manifesta. Ainda assim, o árbitro foi chamado para rever, o que vai contra a suposta determinação de chamados apenas em erros claros. O homem do apito mudou a decisão e deu o vermelho.

 
 
 

No entanto, quando Gabriel deu um pisão em Ganso, Anderson Daronco não aplicou nem sequer amarelo. E tampouco foi chamado para rever a agressão.

O VAR teve o comando de Daiane Caroline Muniz dos Santos (Fifa-SP). Além dela, também trabalharam no auxílio de vídeo Fabricio Porfirio de Moura (SP), Jean Pierre Gonçalves Lima (RS), como assistente de árbitro de vídeo 2, e Emerson Augusto de Carvalho (SP), como observador de VAR.