Os bastidores do Fluminense seguem movimentados no que tange o processo político. Com eleições marcadas para o mês que vem, mais precisamente o dia 8 de junho, antecipadas pelo presidente Pedro Abad, o ex-dirigente do clube, Ricardo Tenório, aparece como um dos postulantes ao cargo máximo.

Em cima disto, após o site número um da torcida tricolor, publicar matéria falando sobre as movimentações política antes da saída do empresário do Triunvirato, ele respondeu NETFLU.


Confira o posicionamento de Tenório na íntegra: 

“A notícia publicada pelo NetFlu me obriga voltar a um assunto que considerei resolvido pelas declarações que dei várias vezes e numa coletiva, onde compareceram todos os veículos, inclusive NetFlu.

Mas, não me custa reafirmar: o meu desligamento da dupla Mário e Celso aconteceu quando Mário decidiu que ele seria o candidato do grupo. Eu, sem ânimo pessoal ou vaidade, de sã consciência, estou convencido que ele não é a pessoa para presidir o Fluminense na situação em que o clube se encontra. Defendi a candidatura dele em outra ocasião, para um outro momento.

Para tomar a decisão de deixar a dupla e ser candidato, não me aconselhei com qualquer grupo político. Me aconselhei com a minha consciência. Não faço parte de nenhum grupo político, nunca fiz e não gosto desse desenho que expõe o Fluminense o tempo todo, principalmente, em tempos de disputa pela Presidência. Uma situação que mancha a imagem da instituição. Eu sou independente. Estou candidato com o propósito de ajudar o Fluminense a se libertar das amarras que dificultam o desempenho dele e, sendo independente, converso com pessoas e não com grupos. Não fiz e não faço acordo com grupos, mas com os propósitos, representados em princípios e valores que a história do Fluminense carrega.

Meu trabalho hoje, como candidato, tem sido fazer um esforço para unir os tricolores eleitores no Fluminense que tenham a exata compreensão das dificuldades que o clube enfrenta e a capacidade para entender que a situação não abre espaço para ufanismo, promessas mirabolantes ou culto à personalidade. Não é hora de heróis. É tempo de guerreiros.

Sinceramente, não é hora de estigmatizar as pessoas. É hora de unir. É hora de libertar o Fluminense desse comportamento doentio que separa, que segrega e seleciona por opções e grupos.

Desse modo considero esclarecido fato”.