Diretoria avalia outros recursos para quitar débito com o grupo (Foto: Lucas Merçon - FFC)

Vence nesta quarta-feira o prazo dado pela diretoria para quitar dívida com elenco. Porém, o clima no Fluminense é turbulento e de incerteza. O clube deve aos jogadores os 13ºs e férias de 2016 e 2017, além de cinco meses de direitos de imagens. A expectativa da diretoria era de utilizar o dinheiro da venda de Wendel ao Sporting (POR) para acertar os débitos, mas a penhora, conforme noticiado em primeira mão pelo NETFLU, atrapalhou os planos.

Diretor esportivo de futebol tricolor, Paulo Autuori reuniu o grupo na última sexta e reforçou a promessa da diretoria de quitar as dívidas até o fim do mês. O dirigente também está incomodado com a situação e durante a viagem aos Estados Unidos para a disputa da Florida Cup avisou à cúpula que pode deixar o cargo caso o prometido ao grupo não seja cumprido.

 
 
 

Sem os 30% penhorados pela venda de Wendel, houve recurso do Fluminense na Justiça, mas negado. A diretoria avalia se pode pegar parte, descontando o que está bloqueado. Mas existe um temor de que isso possa ser considerado o descumprimento de decisão judicial. Enquanto isso, segue a busca por outros recursos. A iminente venda de Henrique Dourado ao Flamengo, prestes a ser concretizada, é uma delas.

Em meio a isso, o Fluminense estreia nesta quarta-feira na Copa do Brasil, contra a Caldense, em Poços de Caldas. Na última terça, reunião do Conselho Deliberativo precisou ser interrompida por conta de um protesto da torcida na sede das Laranjeiras.