Baptista acredita que Felippe Cardoso precisava de mais tempo na Ponte Preta antes de fechar com um grande clube como o Santos

Felippe Cardoso tem boas chances de ser o primeiro reforço do Fluminense em 2020. O atacante de 21 anos iniciou sua carreira na Ponte Preta, pertence ao Santos e estava no Ceará. Durante a base, ele pulou etapas.

Seu primeiro treinador nos profissionais, Eduardo Baptista, que também já comandou o Flu, lembra como foi o início do centroavante.


— Ele veio para uma avaliação no sub-20 por conta de uma indicação. Acabou treinando com a gente para completar um treinamento. Nessa atividade ele chamou a atenção e ficou, mas as inscrições do Brasileiro já tinham acabado. Então ele apenas treinou com os profissionais, de outubro até o fim do ano. A estreia dele foi contra o Corinthians, na primeira rodada do Paulistão – falou.

O jogador chegou à Ponte Preta vindo do Osvaldo Cruz, um clube do interior de São Paulo e precisou ser trabalhado para ter condições de atuar entre os profissionais. Baptista relata:

— Ele chegou de uma peneira praticamente e fez um trabalho mais específico e de alto nível com 19 anos. Ou seja, não tem muita base. No tempo em que ele ficou sem jogar, trabalhamos muito os conceitos táticos, ofensivos e defensivos. Acabou fazendo gols e chamando a atenção do Santos, uma grande equipe, com uma cobrança imensa. No meu entender ele precisava passar mais um ano na Ponte Preta, com uma orientação maior, para ganhar uma base melhor.