Foto: Nelson Perez/FFC

Sem vencer há oito jogos, o Fluminense praticamente deu adeus à chance de uma vaga na Libertadores da América, dependendo de uma série de resultados, assim como uma abertura de G7, para ir ao torneio continental. Por conta dos maus resultados em 2016, a tendência é que muitas peças do atual elenco deixem o time, conforme reportagem da Gazeta Esportiva.

Confira:

 
 
 

“A derrota de 1 a 0 para a Ponte Preta praticamente afastou o Fluminense das chances de brigar por uma vaga na próxima Copa Libertadores, o que só virá em caso de um milagre. Justamente por conta disso, o futuro é incerto pelos lados das Laranjeiras. O clima de incertezas é ainda mais reforçado pelo processo eleitoral, já que sem Peter Siemsen poder concorrer a um outro mandato, um novo presidente assumirá o posto. Neste cenário, o elenco vai passar por uma reformulação.

Alguns nomes dificilmente permanecerão no Fluminense em 2017, principalmente aqueles que estão sendo mais questionados pela torcida, como o zagueiro Gum e o volante Pierre. Outros terão a situação analisada pelo novo presidente, como o lateral direito Wellington Silva, o zagueiro Henrique, o lateral esquerdo Geovani, e os atacantes Magno Alves e Richarlison.

Isso sem falar em jogadores que podem acabar sendo negociados com o futebol europeu ou até mesmo com o mercado nacional. O meia Gustavo Scarpa, por exemplo, tem sondagens de algumas equipes do futebol italiano e do próprio Palmeiras.

O clima de incerteza do elenco divide espaço com a rivalidade entre os candidatos. Após a derrota para a Ponte Preta, o empresário Celso Barros, ex-presidente da Unimed, usou seu perfil em uma rede social para atacar Peter, além de Pedro Abad, candidato da situação, e Mário Bittencourt, que divide com Celso e com o próprio Abad o protagonismo no pleito marcado para o próximo sábado”.